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ComunicAR. A ferramenta humana que antecede a fala.

  • Foto do escritor: Nohbre Cabreira
    Nohbre Cabreira
  • 9 de jan. de 2020
  • 3 min de leitura

A forma de escrever é para lembrar a importância da comunicação. Imagine se nos tirassem a capacidade de comunicar. Como faríamos para saber o que o outro tem para nos dizer? O que será que está acontecendo? Quando vai acontecer? Será que alguém quer a nossa presença? Como saber se alguém gosta de estar junto de nós? Essas e muitas outras perguntas, de nós para nós mesmos, seriam inevitáveis. Agora, como somos capazes de nos comunicar, essas perguntas parecem ser inimagináveis. Enfim, no nosso dia a dia parece que não acontecem. Simplesmente, porque somos capazes de dizer a quem nos interessa o que pensamos. Podemos ouvir ou ver o que quisermos ou o que nos é exposto, seja pela Internet ou por sinal de fumaça. Para nós a comunicação é como o AR que respiramos. A respiração é tão natural que nem precisamos pensar para ela aconteça. É mecanicamente automática. Assim como o ato de ComunicAR.

Falamos pessoalmente, ao telefone, via internet, mas já falávamos por sinais ou códigos, em tantas outras formas de comunicação, comuns para cada época. Fazemos tanto que acontece sem pensar ou sem planejar. ComunicAR está tão incorporada ao nosso cotidiano que a vemos de forma banal. Mas, ao controlar a respiração falamos melhor ou aprendemos a aperfeiçoar a dicção para falar de forma mais clara. Comunicar é fundamental para nossa vida. Mas para muitos, em suas atividades políticas, ainda é um tabu. Esquecem de ouvirem a si mesmos. Alguns políticos esperam que os outros falem por ele, apostam todas suas fichas na comunicação “boca a boca”, mas esquecem que para o eleitor falar aos outros precisa estar informado ou ser orientado ao o que vai falar. Precisa de uma publicidade eficiente, eficaz e de fácil entendimento.

A eficiência da comunicação direta (boca a boca), depende de quantas pessoas acreditam no candidato. Para isso, é preciso utilizar outras formas de comunicar: gritar em um alto-falante ou em uma publicação de internet. O importante é informar o público alvo as ideias que diferencia este daquele outro. O que podemos oferecer que é desejado pelos favoráveis ou indecisos. E, ainda o que vamos fazer para quem rejeita se sentir inseguro e parar de falar mal. O meio de comunicação escolhido depende da preferência do público alvo. Tem gente que prefere ouvir um carro de som, enquanto outras pessoas preferem um folheto ou um post, tem gosto pra tudo. Afinal, os seres humanos podem ser classificados de auditivos, visuais ou cinestésicos, mas isso é outro assunto, tão extenso quanto a comunicação, e fica para uma outra ocasião.

Para um político a comunicação é tão importante quanto a empolgação do grupo político que o apoia. Pois, sem comunicar o ato de expor suas ideias pode não acontecer e, aí seus objetivos não serão absorvidos. Essa relação de troca, de via de mão dupla – oferta e consumo é a respiração de qualquer forma de negócio, de nada adianta ter muito para oferecer se poucos sabem. A comunicação tem importância vital para uma pessoa pública. É como o Ar. O político “respira aliviado” quando seu grupo é grande, forte e animado. Para isso acontecer de forma tranqüila é preciso se COMUNICAR.

Então a maneira de conquistar pessoas, é fazer com que elas saibam o que temos de melhor. Sem ComunicAR é a morte política. Sem comunicar os ideais podem ser enterrados, se os eleitores não souberem sobre a existência dessas propostas. A falta de comunicação só faz diminuir a vida útil da atividade política.

Nohbre é Marqueteiro Político e deseja se ComunicAR pelo (73) 99997-0102 e diversas redes sociais, digite nohbre que vai encontrar. www.nohbre.com


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